Cachorro e gato se coçando | Como se manifestam as alergias em cães e gatos?

Como se manifestam as alergias em cães e gatos?

Observar é a principal dica para descobrir possíveis problemas na saúde de seu pet. Ficar atento à rotina do animal, como ele está se alimentando, se tem dormido bem e, principalmente, seu comportamento, são ações importantes no dia a dia.

O estresse, por exemplo, pode ser descoberto através do exercício da observação, ao perceber que o cão se irrita facilmente. Doenças como alergia também dão sinais que os donos podem perceber facilmente. A coceira excessiva, incômoda ao animal, é um exemplo.

Outro sintoma muito comum à alergia é a queda de pelo em determinados locais, geralmente onde o cão ou o gato coça muito. Assim como em humanos, determinados alimentos podem causar alergias em cães e gatos. Problemas respiratórios e de pele também estão entre as causas.

Desenvolver algum tipo de reação à alimentação é raro no universo pet, mas pode acontecer. É uma reação autoimune, do próprio organismo do animal, que reage a ingredientes presentes em alimentos próprios para cães ou gatos. Na maioria dos casos, a alergia ao alimento resulta em irritações na pele ou problemas gastrointestinais.

Geralmente, esse tipo de alergia surge depois de meses ou até anos de consumo de determinado alimento. É o longo período de exposição à determinada substância que provoca a reação na pele.

Antes de promover qualquer alteração na dieta do bicho, procure um veterinário que poderá auxiliar em um diagnóstico mais preciso. Vale lembrar que utilizar outro tipo de produto na alimentação, a não ser os feitos para eles, é extremamente prejudicial à saúde dos pets.

Sensibilidade de cães e gatos

Cães e gatos são sensíveis a várias substâncias. Animais que costumam deitar na cama de seus donos, por exemplo, podem desenvolver reação alérgica aos produtos usados para lavar a roupa de cama, como o amaciante, por exemplo.

Nesses casos, a alergia pode ser provocada pela inalação de uma substância nociva. Ao identificar o problema, a orientação é eliminar o material do ambiente frequentado pelo cão ou pelo gato. Depois, procure um hospital veterinário para fazer uma série de exames e encontrar o melhor tratamento, a fim de amenizar os sintomas.

A maioria dos casos de alergia em cães e gatos é provocada por parasitas, como pulgas e carrapatos. O contato com a saliva da pulga, por exemplo, é capaz de provocar uma reação na pele do animal, que causa coceira e irritação.

O mesmo tipo de reação pode ser provocado pelo carrapato. Uma forma de evitar esse tipo de problema é manter os locais utilizados pelos animais limpos. Em caso de infestação, por exemplo, contrate um profissional especializado em controle de parasitas e higienize o animal.

Atenção na hora de tratar alergias em cães e gatos

Hoje, o mercado conta com produtos de fácil utilização e disponibiliza remédios para evitar pulgas e carrapatos. Shampoos, sprays e coleiras antipulgas são alguns exemplos do que usar. É importante sempre seguir as orientações contidas nos frascos para não expor a saúde do animal de estimação a qualquer risco. Adotar essas práticas não exclui a necessidade de consultar um veterinário para que seja feito o tratamento correto.

Alguns casos de alergia podem provocar danos à saúde dos animais. Além disso, o gato ou cachorro pode sofrer com falhas no pelo.

É normal que aconteça a queda excessiva de pelos no local onde o animal coça. Muitas vezes, a falha não desaparece imediatamente. O organismo leva um determinado tempo para se recuperar.

Porém, caso a alergia demore muito tempo para ser tratada da forma correta, a falha pode se tornar irreversível. Por isso, fique sempre de olho em seu pet. Ao sinal de qualquer comportamento estranho, procure um hospital veterinário e consulte um profissional. O Hospital Veterinário Chipi Care é referência em medicina veterinária na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Filhote de cachorro se coçando | Como eliminar pulgas e carrapatos em filhotes?

Como eliminar pulgas e carrapatos em filhotes?

Os filhotes rapidamente se tornam membros de uma família. Eles ganharam espaço não só dentro das casas dos brasileiros, mas também no mercado de consumo e saúde animal. Com isso, surgiram a demanda e as soluções de como eliminar pulgas e carrapatos.

O Mundo Pet movimenta milhões de reais todos os anos e conta com uma vasta variedade de serviços e produtos. O fato é que muita gente gosta e tem um cão de estimação e, independentemente do tamanho ou da raça do bichinho, os cuidados são os mesmos e vão além das consultas e exames no hospital veterinário.

Cuidar da alimentação, levar para passear, manter a caderneta de vacinação em dia e, principalmente, garantir a higiene do companheiro são ações fundamentais.

O hábito é essencial, não só para manter o bem-estar do animal e evitar odores ruins, mas também por uma questão de saúde, já que a falta de cuidados com a higiene pode favorecer o aparecimento de pulgas e carrapatos em filhotes.

Como os filhotes pegam pulgas e carrapatos?

O carrapato e a pulga estão no ambiente, nos locais que o animal frequenta – internos ou externos. O cachorro não é o responsável pelo surgimento dos parasitas, mas pode auxiliar na transmissão. Sendo assim, um cão que frequenta uma área com grama alta, por exemplo, pode pegar carrapato, que pode procriar e se espalhar.

Estes bichinhos “pulam” de cão em cão, literalmente. Conseguem se propagar com facilidade e infestar muitos animais se não houver um controle. Por isso a importância de cuidar da higiene. Mas atenção: se o seu cãozinho for um filhote, só o leve para o petshop depois de aplicar todas as vacinas recomendadas.

Como eliminar pulgas e carrapatos dos filhotes

Uma única pulga é capaz de colocar 300 ovos por dia e adora os animais de estimação. Ela prefere ter contato com corpos que tenham entre 38,3 e 39,2 graus de temperatura. Geralmente, a nossa temperatura corporal oscila entre 35,5 e 36,6 graus, o que faz dos humanos a “última opção como hospedeiro” de pulgas.

Ao observar que o seu cãozinho está se coçando muito, examine o pelo dele de perto e observe. A melhor forma de evitar a pulga é com o uso de algum medicamento, que deve ser indicado por um médico veterinário. Também é comum o uso de coleiras antipulgas e até mesmo pipetas que são aplicadas na região do pescoço do animal.

Buscar um profissional responsável é uma dica importante para garantir a eficácia do tratamento. O Hospital Veterinário Chipi Care é um dos mais completos e modernos do segmento. Sediado no Rio de Janeiro, oferece vários serviços para animais domésticos e até silvestres.

O pesadelo dos carrapatos

Outro incômodo ao qual os filhotes estão sujeitos é o carrapato. A praga é mais fácil de ser vista entre os pelos do cão em comparação com a pulga. O parasita ataca em qualquer época do ano, mas é durante o verão que ele se reproduz em maior número.

Vale lembrar que nem todas as espécies de carrapatos transmitem doenças, e é comum que, além do filhote, os carrapatos também ataquem os humanos. Nos cães, além de provocar a irritação no local em que está alojado, ele pode provocar paralisia e anemia.

A melhor forma de combater o carrapato é manter limpos os locais que seu cão frequenta em casa. Se sair para o ambiente externo com o pet, evite regiões com mato e sempre avalie os pelos do animal de perto.

O médico veterinário é um grande aliado para a saúde do animal. Realizar consultas periódicas também é importante para evitar possíveis complicações, que podem colocar em risco a vida do seu novo companheiro. Por isso, procure por locais especializados e que ofereçam um serviço de qualidade. No Rio de Janeiro, o Hospital Veterinário Chipi Care é referência.

Cão sendo vacinado | Quais são as principais vacinas para cães?

Quais são as principais vacinas para cães?

Para manter a saúde dos cães em ordem, é preciso pensar em prevenção de doenças. A maneira mais eficiente é seguir corretamente o calendário de vacinas para cães. Por segurança, o recomendado é que a aplicação seja feita em um hospital veterinário.

Quais são as primeiras vacinas para cães?

As primeiras vacinas que serão tomadas por todos os cachorros são V8 e V10, chamadas de vacinas múltiplas, e a vacina antirrábica. O cronograma das V8 e V10 é o seguinte:

  • Primeira dose quando o cão tiver 45 dias de vida.
  • Segunda dose quando o cão tiver 66 dias de vida.
  • Terceira dose quando o cão tiver 87 dias de vida.

A vacina antirrábica é dada em cães a partir de 129 dias de vida. A reaplicação das vacinas antirrábica e V8 é feita todos os anos. Se você encontrou o seu cão na rua e não sabe se ele foi vacinado, o calendário acima também tem validade. Cães adultos que perderam a época certa de vacinação também podem seguir este programa. É importante reforçar que cada vacina deve ter intervalo de 21 dias entre elas.

Filhotes que ainda não completaram 45 dias não devem ser vacinados, a não ser que a mãe dos filhotes não tenha tomado vacina.

Tabela de vacinação para cães

Existe uma tabela que pode ajudar bastante na agenda de vacinação para cães:

  • Cães com idade de 6 a 8 semanas devem tomar vacina V8 e V10;
  • Cães com idade de 12 semanas devem tomar a dose de reforço de V8 e V10, vacina para Giardíase e para Gripe Canina;
  • Cães com idade de 16 semanas devem tomar a última dose de reforço para V8 e V10, dose de reforço para Giardíase, dose de reforço para Gripe Canina e vacina Antirrábica;
  • Com mais de um ano de vida, o animal toma uma dose por ano de vacina para Raiva, Giardíase, V8 ou V10, além de Gripe Canina;
  • É muito importante ficar sempre atento à reaplicação.

Quais são as possíveis reações da vacina em filhotes?

Os filhotes podem sofrer algumas reações às vacinas, e o dono vai notar algumas mudanças em seu comportamento, como desânimo e prostração. O animal também pode ficar com febre e com um inchaço na área onde foi feita a aplicação. Essas reações devem passar depois de 24 horas, caso contrário, é necessário avisar o veterinário.

Qual a importância de dar todas as vacinas nos cães?

Existem outras vacinas além das que foram mencionadas acima. Elas são extremamente importantes para a saúde do animal e dos humanos. É o caso da imunização contra leishmaniose, uma doença que pode ser prevenida com vacinação. Nesse caso, é preciso procurar um hospital veterinário para fazer a prevenção.

Todas as vacinas são importantes, incluindo a V11. A V8, por exemplo, garante imunização contra Adenovirose, Parvovirose, Parainfluenza Canina, Hepatite Infecciosa Canina, Cinomose, Coronavirose e Leptospirose Canina.

Para fazer a aplicação da V10, V11 e V12, também é indicado procurar um hospital veterinário, já que cada uma delas possui abrangência para alguns tipos de sorovares de leptospira. Cada região apresenta uma probabilidade maior para alguns tipos. Por isso, é preciso de apoio profissional para não fazer aplicação desnecessária de vacina.

Outra dose que pode ser importante para a saúde dos cães é contra giárdia. Não é uma vacina que cause imunidade, mas reduz consideravelmente os sintomas de giardíase. A aplicação é feita da seguinte maneira: uma dose a cada 15 dias, sendo duas doses no total. Converse com o veterinário para obter mais informações!

Conheça o Hospital Veterinário Chipi Care

Mesmo com as vacinas aplicadas, é sempre importante ficar atento a qualquer sinal de doença no seu animal de estimação. Se quiser saber mais, leia sobre como identificar problemas de saúde no animal. Além disso, é fundamental manter as visitas ao veterinário em dia. O Hospital Veterinário Chipi Care é referência na Zona Oeste do Rio de Janeiro em atendimento de qualidade a cães, gatos e animais silvestres. Conheça nosso site: https://hospitalchipicare.com

Cachorro doente com termômetro | Quais são as doenças mais comuns em cachorros?

Quais são as doenças mais comuns em cachorros?

Hoje em dia, é difícil encontrar alguém que não goste de cães. Basta navegar pelas redes sociais para encarar uma avalanche de vídeos e fotos dos bichinhos. Um levantamento divulgado pelo IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, indicou que 43% dos lares conta com um cãozinho. São mais de 52 milhões de animais.

Todo esse amor transformou os pets em verdadeiros membros das famílias. Eles deixaram de ocupar um espaço no quintal, para dominarem as salas e até os quartos dos seus donos. Outra coisa que cresceu bastante no país com o passar dos anos foi o cuidado com a saúde dos cães. Muitos profissionais se especializaram para aprimorar o atendimento ao melhor amigo do homem.

A internet também é uma ferramenta que auxilia o dono do bichinho a se informar sobre a saúde dos cães. Para te ajudar, preparamos um texto com as doenças mais comuns em cachorros!

Cinomose

Sintomas como perda de apetite, febre, vômito e diarreia, por exemplo, podem ser um sinal de que o seu pet está com cinomose. A doença é comum nos cães, principalmente nos filhotes menores de um ano de vida. Os mais afetados pelo vírus altamente contagioso estão na faixa etária de 3 a 6 meses. Geralmente, a transmissão é de animal para animal. Se não for pelo contato direto com um cão contaminado, acontece pelas vias aéreas.

Raças como Weimaraner e Husky Siberiano são mais suscetíveis ao vírus, mas vale lembrar que todos os cães estão sujeitos a contrair a doença. A imunização é feita através de vacinas para cães, como a V8.

Placa bacteriana

O mau hálito é só um dos indícios de que o seu cão pode estar com placa bacteriana. Outro sinal são os dentes amarelados, principalmente na região próxima à gengiva. A doença é provocada pela falta de higienização. Além de formar o tártaro, a placa bacteriana pode causar insuficiência renal, cardíaca, hepática e até artrites. A escovação é a única saída para evitar a doença, que não tem cura. O procedimento pode não ser muito agradável ao cachorro e, por isso, é importante visitar o hospital veterinário com frequência.

Parvovirose canina

Entre as doenças caninas mais comuns está a parvovirose canina. Ela é extremamente contagiosa e apresenta como sintoma a diarreia com sangue. O animal também apresenta perda de peso e vômito. A transmissão acontece a partir do contato com as fezes infectadas. Existem vacinas para cães, a fim de evitar o contágio, mesmo assim alguns animais podem contrair o vírus e até morrer.

Raiva

Ela é transmitida por meio do contato com outros animais. O contágio pode ser através de mordidas, arranhões e, até mesmo, lambidas. Não há cura para esse tipo de zoonose e, por isso, a melhor forma de evitar a doença é por meio de vacinas para cães. Os sintomas da raiva canina são perceptíveis: agressividade, paralisia e salivação em excesso.

Câncer canino

Assim como em humanos, o diagnóstico precoce é fundamental para a cura. Quanto mais cedo ele for descoberto, maiores são as chances. A tarefa requer muita atenção do dono, já que muitas vezes a doença não apresenta sintomas. Alguns tipos podem provocar no animal dor, dificuldades em evacuar as fezes e odores atípicos. Também é comum o aparecimento de caroços. A prevenção é a melhor forma de evitar o câncer. Usar protetor solar, por exemplo, em regiões mais expostas, como barriga e focinho, ajuda. Mas, para doenças em outras partes do animal, nada melhor do que aquela boa e rotineira visita ao médico veterinário.

cachorro deitado na cama e coberto com a língua para fora | Como identificar problemas de saúde no animal

Como identificar problemas de saúde no animal?

Ter um animalzinho em casa é algo que proporciona muita felicidade para as pessoas. Para que eles vivam uma vida tão feliz quanto a sua por tê-los por perto, tenha em mente que animais são seres vivos e, portanto, estão suscetíveis a diversos tipos de doenças. Sendo assim, como identificar problemas de saúde no animal?

Para conseguir a resposta para essa pergunta, você veio ao lugar certo! É claro que os animais também ficam doentes, por isso é preciso ficar atento para saber quando é que isso está acontecendo, e tomar as medidas cabíveis para proteger a saúde e o bem-estar do seu amigo.

Como identificar problemas de saúde no animal

Animais são seres vivos, como foi dito, portanto, a maneira mais fácil de descobrir se eles têm algum problema de saúde é observando os sinais. O corpo dos animais dá sinais de que alguma coisa não está bem, qualquer problema reflete diretamente no comportamento do seu bichinho.

Nesse caso, mantenha-se atento, porque você é o único que pode ajudá-lo.

Ânimo

Pets costumam ser muito receptivos com seus tutores e quase sempre demonstram animação quando estão perto. Se você notou que seu bichinho está menos animado, algo pode estar errado.

Às vezes, algumas doenças, mesmo ataques de vermes, que são relativamente simples de se resolver, podem tirar toda a disposição do seu pet.

Focinho quente

Se achar que algo está errado com o seu pet, coloque a mão no focinho dele. Geralmente, quando animais estão com febre, eles podem apresentar um focinho com uma temperatura mais elevada do que o normal, e essa é uma forma bem fácil de identificar febre.

Aparência

Reparar na aparência do seu animal também ajuda a identificar problemas de saúde. Os pelos, quando o bichinho adoece, tendem a mudar de aspecto, e tornam-se um importante indicador do estado de saúde.

Além disso, unhas e dentes também dizem muito. Verifique se andam fortes como deveriam estar. Machucados e feridas pelo corpo também podem ser indícios de alergias, que, se não averiguadas, podem se desenvolver e agravar a situação do seu bichinho.

Apetite e problemas digestivos

Se você controla a alimentação do seu animal e percebe que ele anda sem apetite, isso é um sinal de possíveis problemas. É claro que um pet não deve comer demais, mas se ele não tem vontade nenhuma na sua hora de se alimentar, procure descobrir o que anda acontecendo.

Além disso, repare se o seu animal anda vomitando. Isso é um sinal definitivo de problemas de saúde.

Exames

Embora observar os sinais e o comportamento do seu animalzinho seja uma ótima maneira de descobrir se ele está com problemas de saúde, realizar exames e buscar ajuda de profissionais em uma clínica ou hospital veterinário é sempre a melhor opção.

Ao suspeitar de algo, leve-o até um veterinário e faça os exames necessários. É importante lembrar que é recomendado que se faça exames periodicamente, pois essa é melhor maneira de se investigar doenças que se manifestam no início silenciosamente, mas que depois dificultam muito o bem-estar do seu bichinho.

Além disso, a opinião de um profissional a partir de um exame que confirma o problema do animal é a forma mais segura de medicá-lo, porque, como você deve saber, medicar um animal sem prescrição não é nada recomendável.

Exames também servem para tirar todas as dúvidas e o peso da consciência de suspeitar que o seu companheiro está com algum problema de saúde. Mas, agora, você já sabe como identificar problemas de saúde no animal, então, fique atento!

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Cachorro obeso? Saiba os riscos da obesidade em animais

A obesidade é um dos problemas de saúde mais comuns da atualidade. Normalmente causada por uma alimentação desbalanceada, essa doença causa diversos outros problemas e ainda dificulta tratamentos de outras doenças.

Mas, diferente do que muitos pensam, a obesidade não afeta somente os seres humanos. Também existe cachorro obeso e esse é um problema pouco tratado.

Hoje vamos falar com detalhes sobre a obesidade nos cães, como esse problema de saúde afeta a vida de seu companheiro, quais as causas e consequências dessa doença, seu diagnóstico e tudo que você precisa saber para cuidar bem do seu querido amigo e garantir que ele tenha uma vida saudável e plena.

O que é a obesidade nos cães?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a obesidade não está relacionada apenas ao excesso de peso. A retenção de líquido e o aumento da massa muscular também causam aumento de peso. A obesidade é o excesso de gordura no corpo e, para um cachorro obeso, não é diferente.

O diagnóstico da obesidade nos cães pode ser feito de duas formas. A mais comum é com a palpação do animal na região do tórax com o objetivo de identificar os sinais de excesso de gordura. Outros profissionais também fazem uma média de peso do animal para identificar se há alto grau de sobrepeso.

Causas da obesidade nos cães

Em humanos, a obesidade é, normalmente, causada por uma alimentação desbalanceada. Já nos cães, este é muito mais um fator de quantidade de alimento do que de qualidade, visto que animais normalmente se alimentam basicamente de ração.

Em aproximadamente 25% dos animais, fatores hormonais também podem ser um dos causadores da obesidade. Problemas hormonais podem aumentar a retenção de gordura e dificultar o emagrecimento. Solidão, depressão e estresse também podem aumentar esses problemas. Tudo isso pode ser agravado com a falta de exercícios.

As consequências da obesidade em cães

A obesidade pode trazer sérias consequências para os seres humanos, e isso não seria diferente também para nossos animais. Como eles não têm noção ou controle da própria saúde, é importante diagnosticar e tratar com antecedência a obesidade, para esse problema não levar a outros muito piores.

Maior risco em cirurgias em cachorro obeso

Em qualquer tipo de cirurgia pela qual seu cachorro precise passar, ele terá maiores riscos de complicações se estiver acima do peso. Além disso, um cachorro obeso precisa de maiores doses de anestesia, o que pode trazer complicações após o procedimento cirúrgico. Além disso, a gordura bloqueia a visibilidade de alguns órgãos durante a cirurgia.

Maior pressão sobre órgãos vitais

A gordura excessiva no corpo do seu animal pode causar diversos problemas de saúde que, inicialmente, podem ser bem difíceis de serem percebidos. Um dos problemas mais graves é a pressão que a gordura causa em órgãos vitais, como coração, rins e pulmões, além da possibilidade de danos nas articulações de seu cão.

Para evitar ao máximo esses problemas, é necessário tratar de forma preventiva. Consulte sempre um veterinário de confiança.

Agravamento e aumento de risco de certas doenças

Doenças graves no sistema respiratório do cão, grandes possibilidades de diabetes, infarto e diversos outros problemas graves podem acontecer devido a obesidade. Esses problemas podem ser agravados por condições externas, como um clima mais quente e seco, causando a fadiga do seu cão.

A saúde e o bem estar do seu filho de quatro patas são muito importantes. Mantenha as visitas à clínica ou ao hospital veterinário em dia.